Mais incentivo à pesquisa

04.07.2019

 

Segundo uma reportagem do portal UOL, um grupo de pesquisadores da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) criaram um kit que poderá detectar doenças de maneira ágil e barata, utilizando nanotecnologia. O projeto, iniciado em 2017, ainda está em fase de testes apesar de apresentar resultados promissores, que podem levar a uma pequena revolução na forma como são realizados testes para detectar enfermidades no futuro.

 

Mas, independente do sucesso ou não desta criação específica, o que deve ser exaltado é que tudo isso só é possível graças ao espaço e incentivo que esses pesquisadores tiveram para desenvolver tal projeto, que prova que sim, há cabeças pensantes no Brasil capazes de desenvolverem projetos que possam contribuir de alguma forma com a sociedade. Porém, basta que haja o incentivo correto para isso. E um bom caminho para isso é investir mais em pesquisas nas universidades federais.

 

O Brasil é um país com um potencial enorme em vários sentidos, mas que acaba não o aproveitando pelas mais diversas razões, seja pela burocracia, pela politicagem, pela falta de vontade, etc. No entanto, se tudo o que emperra o caminho da evolução for deixado de lado, o Brasil poderá desenvolver as boas ideias que muitas pessoas têm, além de estimular que mais gente estude e passe a se interessar por áreas onde a pesquisa é extremamente importante.

 

Claro que esse não é um caminho fácil, pois exige uma série de mudanças que só teriam resultado no médio e longo prazo. Contudo, se nada for iniciado neste sentido, o que pode ficar para muita gente é a sensação de que estamos desperdiçando uma oportunidade enorme de não apenas desenvolver projetos variados que podem ser utilíssimos, mas também de que estamos deixando escapar uma chance de dar vazão ao conhecimento e as ideias que muitos pesquisadores brasileiros poderiam colocar em prática, caso houvesse o devido investimento nesta área.

 

Se isso não melhorar, estamos perdendo uma grande chance de nos tornarmos referência. E não é por falta de boas cabeças pensantes.

 

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